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Tendências

O design que se funde com a paisagem NÃO é tendência

Casa com piscina e alpendre com cozinha de exterior integrada no jardim

Dizer que a integração da arquitetura e da decoração na paisagem é uma tendência seria incorreto, porque tem sido uma constante ao longo da história. Desde os jardins renascentistas italianos, cujas construções procuravam sempre realçar e contemplar a beleza da envolvente, até ao design biofílico atual — de que nem a solidez monolítica do brutalismo escapa —, a procura de uma aliança com a natureza esteve sempre presente. É, quando muito, uma questão de bom gosto, mas não uma moda passageira.

No momento em que se decide levar uma cozinha para o exterior é porque aquilo que hoje se considera tendência é, na realidade, a motivação primordial: o desejo de desfrutar da envolvente enquanto se cozinha. E, ao mesmo tempo, claro, conseguir aquele ambiente social tão especial, festivo e descontraído que só é possível a céu aberto. Por isso, em matéria de cozinhas de exterior, encontrar designs que, longe de interromperem a harmonia da paisagem, a complementem, não deveria ser uma opção, mas um imperativo.

Porque é que, então, nem todas o conseguem? Porque não é fácil. E é precisamente por isso que se tornou o selo distintivo da Novara. Para perceber até onde vai essa dificuldade, vamos por partes.

Alpendre aberto para o jardim com sofás de exterior junto a uma cozinha Novara

O design: Para que jogue a favor da natureza, não deve competir com ela; é senso comum. Deve, então, fugir das formas orgânicas para se orientar para linhas depuradas e estruturas minimalistas que não interfiram demasiado. As bancadas flutuantes, os módulos embutidos e as ilhas abertas permitem que a cozinha se dilua na envolvente, alcançando essa integração visual que é fundamental.

A funcionalidade: sem ela, não há cozinha. Desenhar um espaço ao ar livre implica enfrentar desafios que não existem nas cozinhas interiores. A exposição ao vento, à humidade, ao calor ou ao frio exige uma distribuição inteligente que proteja as zonas mais delicadas e assegure comodidade em qualquer época do ano. A iluminação desempenha também um papel crucial. Não se trata apenas de instalar pontos de luz, mas de integrar soluções discretas e estrategicamente colocadas que realcem os volumes, evitem sombras incómodas, facilitem o trabalho e mantenham a atmosfera natural do espaço. Porque uma cozinha de exterior deve convidar a ser utilizada.

A durabilidade: e aqui chegamos ao maior desafio. Por mais bela que seja a natureza, os elementos têm uma capacidade de erosão implacável. E por isso, neste ponto, os materiais fazem a diferença: pedra natural, madeira tratada para exteriores e metais resistentes às intempéries, como o aço inoxidável, asseguram longevidade e fácil manutenção. Mas por vezes é preciso ir mais além… A tecnologia Q-XTREM®, desenvolvida pela Novara, revolucionou o setor ao oferecer superfícies de alta resistência que mantêm a sua estética impecável mesmo em condições climáticas extremas. Falaremos disso, longa e detalhadamente, num próximo artigo do blogue.

Como podem ver, o título deste artigo era brincalhão e tendencioso, perdoem-nos por isso. Mas é que tínhamos de esclarecer que, para quem se dedica às cozinhas de exterior, a integração entre design e paisagem nunca foi uma moda: é a nossa realidade, ontem, hoje e sempre.

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